Gaúcha de Santa
Maria, começou a trabalhar como
repórter-fotográfica em
jornais do interior do Rio Grande do Sul,
passando pelo jornal Diário Catarinense,
em Florianópolis. Desde 1991 integra
a equipe de O Globo, participando de diversas
coberturas importantes como a Rio-92,
a chacina da Candelária em 1993
e as eleições presidenciais
de 1994 a 2006. Nos últimos anos,
Marcia se especializou na cobertura de
cidade e polícia, registrando também
o dia a dia da guerra urbana entre policiais
e traficantes.
Em 1995, recebeu o Prêmio Finep
de Fotojornalismo por uma foto de crianças
sendo revistadas por soldados do Exército
em uma favela do Rio de Janeiro. Em 2003
e 2007 venceu o Prêmio CNT de Fotojornalismo,
com as fotos "Vôo Duplo"
e “Trem-Bala”, respectivamente.
Em 2004 ganhou o Prêmio IBCCRIM
de Fotojornalismo com a foto “Infância
no Morro”. Também em 2007
ficou em primeiro lugar no Prêmio
Fotografe Melhor, na categoria preto e
branco, com uma foto do Sambódromo
do Rio de Janeiro. Em 2009 foi uma das
vencedoras da categoria Foto Única
do 2º Prêmio Foto Arte Brasília.
Entre as exposições que
participou destacam-se as coletivas “Fotojornalismo
Brasileiro 1990-95” (Fundação
Bienal de São Paulo, em 1995);
“Brava Gente Brasileira”,
no Museu da República, em 2000;
“Brasil: 100 Fotógrafos Retratam
o Cotidiano em 24 Horas”, no MIS
de São Paulo, em 2000; “Retratos
da Lida”, no Centro Cultural Banco
do Brasil, em 2003; “Direitos Humanos
– A Declaração da
Vida”, no Centro Cultural da Justiça
Eleitoral, em 2008. Em 2006, Marcia apresentou
uma retrospectiva do seu trabalho na exposição
individual “Quando o Ofício
Encontra A Arte”, no Oi Futuro,
no Rio de Janeiro. |